quarta-feira, 22 de junho de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
Avenged Sevenfold (BANDA DA SEMANA)
Avenged Sevenfold também conhecido com A7X é uma banda norte-americana de metal formada em 1999 na cidade de Huntington Beach, na Califórnia. A banda chegou ao mainstream com o álbum City of Evil de 2005, que inclui singles como Burn It Down, Bat Country, Beast and the Harlot e Seize The Day. O sucesso da banda continuou com seu álbum homônimo, que inclui singles como Critical Acclaim, Almost Easy, Afterlife, Scream e Dear God.
O Avenged Sevenfold começou tocando metalcore em seus dois primeiros álbuns mas após alguns anos a banda mudou seu estilo musical no álbum City Of Evil e hoje é considerada uma das melhores bandas de metal da década [6] assim como seus álbuns [7], chegando até ter o City Of Evil como um dos melhores álbuns do século.[8] O novo álbum se chama "Nightmare" foi lançado no dia 27 de julho de 2010.[9] O álbum contou com Mike Portnoy, ex-baterista do Dream Theater, por ser o maior ídolo de The Rev. Portnoy regravou as linhas de bateria do Nightmare com base em demos originalmente gravadas por Rev, além de participar das apresentações ao vivo. No dia 16 de Dezembro de 2010 Mike Portnoy deixa o Avenged Sevenfold.
A banda foi formada por M.Shadows e Zacky Vengeance. Eles eram amigos e estudavam na mesma escola e suas bandas anteriores, Successful Failure e Mad Action respectivamente não tinha dado certo. Logo convidaram The Rev e Matt Wendt para completar a formação de sua nova banda. O Avenged Sevenfold (também conhecido como A7X) usa nomes artísticos pois estes nomes definem bem o que eles se transformam ao vivo.[11] Durante os anos de 1999 e 2000, inúmeras demos foram gravadas como The Art Of Subconscious Illusion e We Come Out At Night. O primeiro álbum do Avenged Sevenfold, Sounding the Seventh Trumpet foi gravado quando os integrantes tinham apenas dezoito anos em 2000 e originalmente foi lançado pela sua primeira gravadora, Good Life Recordings em 2001.[12] Sendo que a música Streets foi escrita por M.Shadows e a banda da qual ele participou antes do Avenged Sevenfold, a Successful Failure.[13] Após o guitarrista solo, Synyster Gates ter se juntado à banda, a faixa To End the Rapture foi regravada com Gates tocando e o álbum foi relançado pela Hopeless Records em 2002. Nessa época fizeram vários shows importantes, com bandas como Shadows Fall e Mushroomhead e tocaram na Take Action Tour.[14] Após isso, Johnny Christ se juntou à banda substituindo Justin Sane, sendo o seu quarto baixista e lançaram o álbum seguinte Waking The Fallen pela Hopeless Records em agosto de 2003. Este disco teve um bom reconhecimento pela revista Rolling Stone [15] e pela Billboard e é considerado um dos melhores álbuns de metalcore da história,[16] além de ter vendido três mil cópias na primeira semana de lançamento.[17] Ganharam ainda mais reconhecimento tocando na famosa turnê, Vans Warped Tour de 2003.[18] Em 2004 voltaram a tocar na Warped Tour [19] e com o contrato para assinar com a Warner Bros. Records, o Avenged Sevenfold decidiu lançar o clipe de Unholy Confessions no mesmo ano, com intuito de promover a banda para trabalhos futuros. Este clipe foi destaque na MTV2's Headbanger's Ball.
Em 28 de dezembro de 2009, o baterista The Reverend foi encontrado morto em sua casa aos 28 anos. A polícia foi avisada por bombeiros e chegaram na casa por volta das 13 horas.[50] A banda postou uma nota no site oficial confirmando a morte de The Reverend:
"É com uma enorme tristeza e corações pesados que nós falamos pra vocês sobre o falecimento do Jimmy "The Rev" Sullivan hoje. Jimmy não foi somente um dos melhores bateristas do mundo, como mais importante, ele foi nosso melhor amigo e irmão. Nossos pensamentos e rezas vão pra familia do Jimmy, e esperamos que vocês vão respeitar a privacidade deles durante esse momento difícil. Jimmy, você está pra sempre em nossos corações. Nós te amamos".[51]
A autópsia feita logo após sua morte se mostrou inconclusiva e os peritos pediram testes toxicológicos e testes de laboratório para encontrar a causa da morte. Entretanto, os resultados podem levar semanas.[52]
No dia 5 de Janeiro de 2010, um funeral particular foi feito para The Rev e no dia seguinte 6 de Janeiro, seu corpo foi cremado. Syn Gates fez homenagens a ele, e aos seus pais.[53]
Mais de 50 artistas falaram sobre a morte de Sullivan [54] e na edição da revista Kerrang! de 13 de janeiro de 2010, fãs e artistas falaram sobre The Rev em um artigo.[55] Simultaneamente, Zacky Vengeance postou uma nota sobre o falecimento de Jimmy em seu twitter:
"Jimmy estará sempre comigo em tudo que faço. Exceto estar em casa triste, então hoje vou tentar começar a viver novamente. foREVer." [56]
Após um mês da morte de Jimmy "The Rev" Sullivan, seus pais concederam uma entrevista ao Huntington Beach Independent. Seus pais confirmam que The Rev deixou algumas músicas prontas e demos. Também confirmam que até o momento, os resultados da perícia ainda não foram divulgados e que Jimmy faleceu dormindo. "Nós amamos o que os fãs tem dito. Eles estão realmente nos ensinando coisas sobre Jimmy, com suas palavras e histórias. Esses jovens, pelo mundo todo, são uma verdadeira comunidade, e nós apreciamos seus bons pensamentos. Também, gostaríamos que os fâs soubessem o quanto nós amamos os caras da banda. Essa irmandade que eles tinham, deram a Jimmy um lugar para ele ser ele mesmo, para criar, para ser o The Rev." disse Joe Sullivan, pai de The Rev.[57]
Após quase 6 meses da morte de The Reverend, em 9 de junho de 2010, os resultados da necrópsia vieram ao público e foi constatado que Jimmy morreu por uma overdose acidental de drogas prescritas e álcool. Relatórios toxicológicos indicam que Sullivan sofreu “intoxicação aguda por múltiplas drogas, devido aos efeitos combinados de oxicodona, oximorfona, Diazepam/nordiazepam e etanol. Sullivan tinha cardiomegalia (um coração mais dilatado), que foi marcado no relatório judicial como “condição significativa” que pode ter desempenhado um papel na morte do baterista. Foram realizados “cinco ou seis” diferentes testes para verificar a causa da morte.
Foste:Wikipedia
O Avenged Sevenfold começou tocando metalcore em seus dois primeiros álbuns mas após alguns anos a banda mudou seu estilo musical no álbum City Of Evil e hoje é considerada uma das melhores bandas de metal da década [6] assim como seus álbuns [7], chegando até ter o City Of Evil como um dos melhores álbuns do século.[8] O novo álbum se chama "Nightmare" foi lançado no dia 27 de julho de 2010.[9] O álbum contou com Mike Portnoy, ex-baterista do Dream Theater, por ser o maior ídolo de The Rev. Portnoy regravou as linhas de bateria do Nightmare com base em demos originalmente gravadas por Rev, além de participar das apresentações ao vivo. No dia 16 de Dezembro de 2010 Mike Portnoy deixa o Avenged Sevenfold.
A banda foi formada por M.Shadows e Zacky Vengeance. Eles eram amigos e estudavam na mesma escola e suas bandas anteriores, Successful Failure e Mad Action respectivamente não tinha dado certo. Logo convidaram The Rev e Matt Wendt para completar a formação de sua nova banda. O Avenged Sevenfold (também conhecido como A7X) usa nomes artísticos pois estes nomes definem bem o que eles se transformam ao vivo.[11] Durante os anos de 1999 e 2000, inúmeras demos foram gravadas como The Art Of Subconscious Illusion e We Come Out At Night. O primeiro álbum do Avenged Sevenfold, Sounding the Seventh Trumpet foi gravado quando os integrantes tinham apenas dezoito anos em 2000 e originalmente foi lançado pela sua primeira gravadora, Good Life Recordings em 2001.[12] Sendo que a música Streets foi escrita por M.Shadows e a banda da qual ele participou antes do Avenged Sevenfold, a Successful Failure.[13] Após o guitarrista solo, Synyster Gates ter se juntado à banda, a faixa To End the Rapture foi regravada com Gates tocando e o álbum foi relançado pela Hopeless Records em 2002. Nessa época fizeram vários shows importantes, com bandas como Shadows Fall e Mushroomhead e tocaram na Take Action Tour.[14] Após isso, Johnny Christ se juntou à banda substituindo Justin Sane, sendo o seu quarto baixista e lançaram o álbum seguinte Waking The Fallen pela Hopeless Records em agosto de 2003. Este disco teve um bom reconhecimento pela revista Rolling Stone [15] e pela Billboard e é considerado um dos melhores álbuns de metalcore da história,[16] além de ter vendido três mil cópias na primeira semana de lançamento.[17] Ganharam ainda mais reconhecimento tocando na famosa turnê, Vans Warped Tour de 2003.[18] Em 2004 voltaram a tocar na Warped Tour [19] e com o contrato para assinar com a Warner Bros. Records, o Avenged Sevenfold decidiu lançar o clipe de Unholy Confessions no mesmo ano, com intuito de promover a banda para trabalhos futuros. Este clipe foi destaque na MTV2's Headbanger's Ball.
Em 28 de dezembro de 2009, o baterista The Reverend foi encontrado morto em sua casa aos 28 anos. A polícia foi avisada por bombeiros e chegaram na casa por volta das 13 horas.[50] A banda postou uma nota no site oficial confirmando a morte de The Reverend:
"É com uma enorme tristeza e corações pesados que nós falamos pra vocês sobre o falecimento do Jimmy "The Rev" Sullivan hoje. Jimmy não foi somente um dos melhores bateristas do mundo, como mais importante, ele foi nosso melhor amigo e irmão. Nossos pensamentos e rezas vão pra familia do Jimmy, e esperamos que vocês vão respeitar a privacidade deles durante esse momento difícil. Jimmy, você está pra sempre em nossos corações. Nós te amamos".[51]
A autópsia feita logo após sua morte se mostrou inconclusiva e os peritos pediram testes toxicológicos e testes de laboratório para encontrar a causa da morte. Entretanto, os resultados podem levar semanas.[52]
No dia 5 de Janeiro de 2010, um funeral particular foi feito para The Rev e no dia seguinte 6 de Janeiro, seu corpo foi cremado. Syn Gates fez homenagens a ele, e aos seus pais.[53]
Mais de 50 artistas falaram sobre a morte de Sullivan [54] e na edição da revista Kerrang! de 13 de janeiro de 2010, fãs e artistas falaram sobre The Rev em um artigo.[55] Simultaneamente, Zacky Vengeance postou uma nota sobre o falecimento de Jimmy em seu twitter:
"Jimmy estará sempre comigo em tudo que faço. Exceto estar em casa triste, então hoje vou tentar começar a viver novamente. foREVer." [56]
Após um mês da morte de Jimmy "The Rev" Sullivan, seus pais concederam uma entrevista ao Huntington Beach Independent. Seus pais confirmam que The Rev deixou algumas músicas prontas e demos. Também confirmam que até o momento, os resultados da perícia ainda não foram divulgados e que Jimmy faleceu dormindo. "Nós amamos o que os fãs tem dito. Eles estão realmente nos ensinando coisas sobre Jimmy, com suas palavras e histórias. Esses jovens, pelo mundo todo, são uma verdadeira comunidade, e nós apreciamos seus bons pensamentos. Também, gostaríamos que os fâs soubessem o quanto nós amamos os caras da banda. Essa irmandade que eles tinham, deram a Jimmy um lugar para ele ser ele mesmo, para criar, para ser o The Rev." disse Joe Sullivan, pai de The Rev.[57]
Após quase 6 meses da morte de The Reverend, em 9 de junho de 2010, os resultados da necrópsia vieram ao público e foi constatado que Jimmy morreu por uma overdose acidental de drogas prescritas e álcool. Relatórios toxicológicos indicam que Sullivan sofreu “intoxicação aguda por múltiplas drogas, devido aos efeitos combinados de oxicodona, oximorfona, Diazepam/nordiazepam e etanol. Sullivan tinha cardiomegalia (um coração mais dilatado), que foi marcado no relatório judicial como “condição significativa” que pode ter desempenhado um papel na morte do baterista. Foram realizados “cinco ou seis” diferentes testes para verificar a causa da morte.
Foste:Wikipedia
sábado, 23 de abril de 2011
Metallica é a primeira atração internacional do Rock in Rio 2011
A organização do Rock in Rio 2011 anunciou nesta terça-feira (9) a banda californiana Metallica como primeira atração internacional do evento. O grupo, que lançou em 2008 o álbum "Death magnetic", foi o mais votado pelo público em pesquisa encomendada ao Ibope, que orientou a escolha dos artistas.
O Rock in Rio 2011 será realizado entre 23 de setembro e 2 de outubro de 2011. Os ingressos começam a ser vendidos no dia 19 de novembro através do site www.rockinrio.com.br ao preço de R$ 190.
A banda de James Hetfield (voz e guitarra), Lars Ulrich (bateria), Kirk Hammett (guitarra) e Robert Trujilo (baixo) toca na terceira noite do evento, toda dedicada ao metal – os brasileiros Sepultura e Angra também têm presença confirmada no Palco Sunset.
Já foi a algum show do Metallica? Mande fotos para o Vc no G1
Formado em 1981, o Metallica é pioneiro do chamado “thrash metal”. Logo no primeiro álbum, “Kill ‘em all” (1983), emplacou hits como "Seek & destroy", até hoje uma das músicas mais aguardadas pelos fãs em suas apresentações. Com nove prêmios Grammy, a banda acumula outros sucessos como "Master of puppets" (1986), "Nothing else matters" e "Enter Sandman" (ambas de 1991).
Fonte:Globo
O Rock in Rio 2011 será realizado entre 23 de setembro e 2 de outubro de 2011. Os ingressos começam a ser vendidos no dia 19 de novembro através do site www.rockinrio.com.br ao preço de R$ 190.
A banda de James Hetfield (voz e guitarra), Lars Ulrich (bateria), Kirk Hammett (guitarra) e Robert Trujilo (baixo) toca na terceira noite do evento, toda dedicada ao metal – os brasileiros Sepultura e Angra também têm presença confirmada no Palco Sunset.
Já foi a algum show do Metallica? Mande fotos para o Vc no G1
Formado em 1981, o Metallica é pioneiro do chamado “thrash metal”. Logo no primeiro álbum, “Kill ‘em all” (1983), emplacou hits como "Seek & destroy", até hoje uma das músicas mais aguardadas pelos fãs em suas apresentações. Com nove prêmios Grammy, a banda acumula outros sucessos como "Master of puppets" (1986), "Nothing else matters" e "Enter Sandman" (ambas de 1991).
Fonte:Globo
Donnie Steele é o novo baixista do Slipknot
Para os próximos shows em 2011, o Slipknot pediu para Donnie Steele tocar no lugar que foi de Paul Gray no baixo. Donnie, como alguns podem lembrar, foi o guitarrista da formação original do Slipknot e ligado a Paul Gray nos últimos anos.
A banda postou em seu site oficial: “Donnie esteve na banda no começo e, ao invés de chamar alguém de fora, resolvemos tocar com alguém de dentro da família. Donnie tinha uma grande amizade com Cheap Alli Online Paul e não podemos pensar em uma maneira melhor para honrar sua memória do que com alguém que esteve lá com a gente no começo. Nós oito estamos ansiosos para estar no palco novamente honrando o legado de Paul com nossa família na Europa e no Brasil”.
Logo após ter gravado o MFKR, Donnie saiu da banda por razões pessoais (ele encontrou Deus, e sentiu que estava em conflito). Pouco se sabe sobre a atual religião do novo baixista do Slipknot.
FONTE:SLIPKNOTBR
A banda postou em seu site oficial: “Donnie esteve na banda no começo e, ao invés de chamar alguém de fora, resolvemos tocar com alguém de dentro da família. Donnie tinha uma grande amizade com Cheap Alli Online Paul e não podemos pensar em uma maneira melhor para honrar sua memória do que com alguém que esteve lá com a gente no começo. Nós oito estamos ansiosos para estar no palco novamente honrando o legado de Paul com nossa família na Europa e no Brasil”.
Logo após ter gravado o MFKR, Donnie saiu da banda por razões pessoais (ele encontrou Deus, e sentiu que estava em conflito). Pouco se sabe sobre a atual religião do novo baixista do Slipknot.
FONTE:SLIPKNOTBR
Entrevista: Joey Jordison fala sobre Paul na Kerrang
Na última edição da Kerrang, onde Joey foi capa, ele fala um pouco sobre Paul, o Slipknot e como eles se conheceram. Confira alguns trechos da entrevista:
Com a morte de seu melhor amigo e companheiro de banda, 2010 foi um dos anos mais difíceis da vida de Joey Jordison. Em uma entrevista rara, ele fala para a Kerrang sobre o que ele vem passando nos últimos nove meses e o que espera do futuro.
Ano passado, no dia 24 de maio, Joey estava voltando da turnê americana com Rob Zombie. Era uma situação comum, ele já esteve nessa banda milhares de vezes antes, além do Slipknot, Murderdolls e aparições no Korn, Satyricon, Ministry e Metallica, como foi o caso em 2004. Foi quando seu telefone tocou e seu mundo virou de cabeça para baixo. Era seu empresário ligando para dar a terrível notícia que seu melhor amigo – e companheiro de banda no Slipknot – Paul Gray, havia sido encontrado morto em um hotel em Iowa. Ele tinha 38 anos.
Joey, que é uma pessoa extremamente privada em todas as circunstâncias, não quis falar na época sobre o que estava passando desde que Paul faleceu. Mas hoje ele quer falar com a Kerrang e vamos deixar suas palavras falarem por ele. Esse é Joey Jordison na escuridão e na luz, no passado, presente e futuro.
Há quanto tempo você está na estrada?
Cara… eu nunca não estou na estrada, é constante. Desde que o Slipknot começou em 1999 eu não parei. Sou super orgulhoso de tudo o que fiz, não faria nada de diferente. Sou uma das pessoas mais sortudas que já andou nesse planeta. E meus pais eram tipo “Bom, é isso que ele quer fazer pelo resto da vida dele”. E no meu aniversário, eu cheguei da escola e eles me pediram pra ir no porão pegar um disco do Elton John. Eu pensei “Por que? Cadê meus presentes?”. Então eu fui pegar o disco e quando cheguei lá vi minha primeira bateria. Desde aquele dia minha vida mudou.
Sua amizade com o Paul começou por causa da música quando vocês eram bem jovens não é?
Sim, a gente se conheceu quando a minha banda, o Modifidious, tocou e a banda dele (Vex) abriu. Quando a gente começou a tocar ele começou o pit sozinho e eu pensei “esse cara é demais!”. Éramos duas crianças e foi rápido, e ficamos amigos desde aquela época. Duas crianças que saiam e ficavam ouvindo Death Metal.
E ai veio o Slipknot.
Essa coisa toda do Slipknot é bem interessante, porque Paul vinha me visitar no posto onde eu trabalhava. Eu lembro que eu estava no caixa e ele chegou, e a gente tinha uns planos de começar uma banda juntos. Eu tinha saído do Modifidious e ele estava fazendo alguma coisa com Shawn (Clown). No começo eu não estava interessado, mas ele me convenceu a ver o que ele e Shawn estavam fazendo.
E como isso foi pra você?
Se não fosse pelo Paul, o Slipknot nunca teria começado. Foi ele que me empurrou para a banda. Ele me enganou, mas de uma maneira maravilhosa porque olha só o que nós fizemos. Eu sou a pessoa mais feliz do mundo por ter tido o Paul em minha vida.
Como você descobriu que ele havia morrido?
Isso é muito… muito ruim. A maneira que eu descobri. Eu havia chegado em Des Moines depois de uma turnê com o Rob Zombie e estava animado por finalmente ter um tempo pra descansar em casa. Quando eu entrei no avião, liguei meu celular e meu empresário me ligou e disse “Paul acabou de morrer”, eu fiquei sem reação. Eu estava num avião, do lado de algumas pessoas e estava tentando manter a compostura, mesmo querendo literalmente destruir tudo. Eu tentei ficar calmo e perguntei porque ele estava me dizendo aquilo naquela hora, ele poderia ter esperando até eu chegar em casa. Mas percebi que ele me disse porque não queria que eu ouvisse isso de mais ninguém. Eu entrei em choque. Tentei me acalmar e meu celular começou a acender como uma árvore de natal. Eu fiquei lá, tentando não cair em lágrimas e quebrar meu celular. Ali, no avião.
Após a morte do Paul, você achou que o Slipknot iria acabar?
Não, eu nunca pensei isso, a gente nunca pensou em desistir. Sabíamos que devíamos continuar. Meu amigo morreu mas ele não ia querer que a gente desistisse. O Slipknot não se resume a quem está na banda. O Slipknot é uma vida, uma força. É uma conexão entre muitas pessoas.
Fonte:slipknot
Com a morte de seu melhor amigo e companheiro de banda, 2010 foi um dos anos mais difíceis da vida de Joey Jordison. Em uma entrevista rara, ele fala para a Kerrang sobre o que ele vem passando nos últimos nove meses e o que espera do futuro.
Ano passado, no dia 24 de maio, Joey estava voltando da turnê americana com Rob Zombie. Era uma situação comum, ele já esteve nessa banda milhares de vezes antes, além do Slipknot, Murderdolls e aparições no Korn, Satyricon, Ministry e Metallica, como foi o caso em 2004. Foi quando seu telefone tocou e seu mundo virou de cabeça para baixo. Era seu empresário ligando para dar a terrível notícia que seu melhor amigo – e companheiro de banda no Slipknot – Paul Gray, havia sido encontrado morto em um hotel em Iowa. Ele tinha 38 anos.
Joey, que é uma pessoa extremamente privada em todas as circunstâncias, não quis falar na época sobre o que estava passando desde que Paul faleceu. Mas hoje ele quer falar com a Kerrang e vamos deixar suas palavras falarem por ele. Esse é Joey Jordison na escuridão e na luz, no passado, presente e futuro.
Há quanto tempo você está na estrada?
Cara… eu nunca não estou na estrada, é constante. Desde que o Slipknot começou em 1999 eu não parei. Sou super orgulhoso de tudo o que fiz, não faria nada de diferente. Sou uma das pessoas mais sortudas que já andou nesse planeta. E meus pais eram tipo “Bom, é isso que ele quer fazer pelo resto da vida dele”. E no meu aniversário, eu cheguei da escola e eles me pediram pra ir no porão pegar um disco do Elton John. Eu pensei “Por que? Cadê meus presentes?”. Então eu fui pegar o disco e quando cheguei lá vi minha primeira bateria. Desde aquele dia minha vida mudou.
Sua amizade com o Paul começou por causa da música quando vocês eram bem jovens não é?
Sim, a gente se conheceu quando a minha banda, o Modifidious, tocou e a banda dele (Vex) abriu. Quando a gente começou a tocar ele começou o pit sozinho e eu pensei “esse cara é demais!”. Éramos duas crianças e foi rápido, e ficamos amigos desde aquela época. Duas crianças que saiam e ficavam ouvindo Death Metal.
E ai veio o Slipknot.
Essa coisa toda do Slipknot é bem interessante, porque Paul vinha me visitar no posto onde eu trabalhava. Eu lembro que eu estava no caixa e ele chegou, e a gente tinha uns planos de começar uma banda juntos. Eu tinha saído do Modifidious e ele estava fazendo alguma coisa com Shawn (Clown). No começo eu não estava interessado, mas ele me convenceu a ver o que ele e Shawn estavam fazendo.
E como isso foi pra você?
Se não fosse pelo Paul, o Slipknot nunca teria começado. Foi ele que me empurrou para a banda. Ele me enganou, mas de uma maneira maravilhosa porque olha só o que nós fizemos. Eu sou a pessoa mais feliz do mundo por ter tido o Paul em minha vida.
Como você descobriu que ele havia morrido?
Isso é muito… muito ruim. A maneira que eu descobri. Eu havia chegado em Des Moines depois de uma turnê com o Rob Zombie e estava animado por finalmente ter um tempo pra descansar em casa. Quando eu entrei no avião, liguei meu celular e meu empresário me ligou e disse “Paul acabou de morrer”, eu fiquei sem reação. Eu estava num avião, do lado de algumas pessoas e estava tentando manter a compostura, mesmo querendo literalmente destruir tudo. Eu tentei ficar calmo e perguntei porque ele estava me dizendo aquilo naquela hora, ele poderia ter esperando até eu chegar em casa. Mas percebi que ele me disse porque não queria que eu ouvisse isso de mais ninguém. Eu entrei em choque. Tentei me acalmar e meu celular começou a acender como uma árvore de natal. Eu fiquei lá, tentando não cair em lágrimas e quebrar meu celular. Ali, no avião.
Após a morte do Paul, você achou que o Slipknot iria acabar?
Não, eu nunca pensei isso, a gente nunca pensou em desistir. Sabíamos que devíamos continuar. Meu amigo morreu mas ele não ia querer que a gente desistisse. O Slipknot não se resume a quem está na banda. O Slipknot é uma vida, uma força. É uma conexão entre muitas pessoas.
Fonte:slipknot
Paul Gray(SAUDADES)
Hoje, dia 8 de Abril, Paul completaria 39 anos. Em parceria com o Slipknot696 e o MaggotsPlague, decidimos fazer um post com mensagens de todos os fãs da América Latina sobre Paul, e assim celebrar sua vida.
“Para mim o Slipknot nunca foi somente uma banda, e Paul nunca somente um ídolo. Eles são parte de mim há 10 anos, e o que a música dele fez por mim é maior e mais importante do que qualquer um pode imaginar, eles me salvaram, ajudaram a formar a pessoa que sou hoje e eu serei eternamente grata aos nove por isso.
Paul nunca vai ser esquecido, e se depender dos fãs e da banda, o legado dele vai permanecer aqui, para aqueles que não tiveram a chance de o conhecer, possam pelo menos o ouvir, e ver que ele é SIM uma lenda, e que ‘family is much more than blood’”
Fonte:Slipknotbr
“Para mim o Slipknot nunca foi somente uma banda, e Paul nunca somente um ídolo. Eles são parte de mim há 10 anos, e o que a música dele fez por mim é maior e mais importante do que qualquer um pode imaginar, eles me salvaram, ajudaram a formar a pessoa que sou hoje e eu serei eternamente grata aos nove por isso.
Paul nunca vai ser esquecido, e se depender dos fãs e da banda, o legado dele vai permanecer aqui, para aqueles que não tiveram a chance de o conhecer, possam pelo menos o ouvir, e ver que ele é SIM uma lenda, e que ‘family is much more than blood’”
Fonte:Slipknotbr
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